domingo, 18 de setembro de 2011

Tecnologias limpas conquistam espaço no Vale do Silício:

18 de Setembro de 2011

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Empresas de painéis solares, biocombustíveis e carros elétricos surgem ao lado das gigantes da internet
18 de setembro de 2011 | 0h 00

Renato Cruz - O Estado de S.Paulo

ENVIADO ESPECIAL / MOUNTAIN VIEW

Energia. Equipe da Skyline Solar monta sistema de fotovoltaico na sede da empresa, em Mountain View - Renato Cruz
Renato Cruz
Energia. Equipe da Skyline Solar monta sistema de fotovoltaico na sede da empresa, em Mountain View

A Skyline Solar produz sistemas fotovoltaicos concentrados, que usam refletores para direcionar a luz aos painéis solares, e um motor de rotação que direciona esses refletores de acordo com a posição do sol durante o dia. Sua sede é em Mountain View, na Califórnia, mesma cidade em que está instalado o Google.

O Vale do Silício não vive somente de redes sociais. A Skyline Solar é somente um exemplo de empresa de tecnologia limpa que surgiu na região. Além de energia solar, essas companhias atuam em áreas como biocombustíveis e carros elétricos. A montadora Tesla Motors está sediada em Palo Alto, próxima do lugar em que se encontra o Facebook.

No ano passado, o investimento de capital de risco em empresas de tecnologias limpas ultrapassou US$ 1,5 bilhão no Vale do Silício, o que representou um crescimento de 11% sobre 2009, segundo o Cleantech Group. O montante ficou, no entanto, abaixo do pico de US$ 2,2 bilhões, registrado em 2008. A região recebeu, em 2010, 23% dos investimentos feitos no setor nos Estados Unidos, acima dos 20% registrados no ano anterior.

O destaque foi a tecnologia solar, com a geração de energia tendo ficado com 49% dos investimentos em tecnologia limpa, seguida de transportes, que atingiu 27% do total.

Hoje se encerra a série de reportagens sobre o Vale do Silício, iniciada há duas semanas. Foram tratados temas como os motivos que levam tantas empresas importantes surgirem na região, a cultura hacker do Facebook e os empreendedores estrangeiros que são atraídos para a área da baía de San Francisco. Amanhã, o caderno Link publica uma reportagem sobre o Silicon Alley (Beco do Silício), polo de tecnologia de Nova York e segundo maior dos EUA.

Patentes. Em julho, a Skyline Solar obteve o registro de três novas patentes. No total, são sete as patentes obtidas pela empresa, englobando 108 inovações na área de energia solar. Existem mais 35 pedidos de patentes da companhia, aguardando registro.

Tim Keating, vice-presidente de Marketing da Skyline Solar, trabalhou por 22 anos na Intel, maior fabricante de chips do mundo, antes de ingressar no mercado de energia solar. Assim como os microprocessadores, os painéis solares são feitos de silício. "Existe uma ótima oportunidade de inovação", disse Keating, que ingressou na Skyline Solar em janeiro de 2008, durante uma rodada de investimento. A empresa foi fundada um ano antes, e começou a comercializar seus produtos em 2010.

Keating, que cresceu no Vale do Silício, conta que todos os garotos da sua vizinhança queriam ser engenheiros. "O Vale tem mais de 60 anos de inovação, que criam um ciclo virtuoso", explicou o executivo.

Em 2009, a Skyline Solar recebeu US$ 24,3 milhões de um grupo de investidores liderados pela New Enterprise Associates (NEA), e assinou um contrato de US$ 3 milhões com o Departamento de Energia dos EUA, sob o programa Solar America Initiative. Em março deste ano, a empresa foi selecionada para instalar uma planta de 10 megawatts em Durango, no México.

Fabricação. A Stion fabrica painéis solares. A empresa desenvolveu um método que simplifica a produção, reduzindo os custos. Ela ocupa um prédio de San Jose que já foi ocupado por uma fábrica de PCs da IBM, antes de a operação de microcomputadores ser vendida para a chinesa Lenovo.

A empresa foi fundada em 2006 por Howard Lee, que, por muitos anos, foi líder de pesquisas no Lawrence Livermore National Laboratory (LLNL). No ano passado, a empresa anunciou que vai instalar uma fábrica em Hattiesburg, no Mississipi, fora do Vale do Silício, com uma capacidade de produção dez vezes maior que San Jose.

"Nossa intenção inicial era expandir as operações por aqui, mas nossos investidores nos apresentaram para o governador do Mississipi", disse Laura Hughes, gerente de Marketing da Stion. "Decidimos ir para lá. A Califórnia tem muita burocracia. Os imóveis e os salários são muito altos por aqui."

Com sede em Sunnyvale, a Sylvatex costumava se classificar como uma empresa de biocombustíveis. Para não ser confundida com empresas que desenvolvem combustíveis a partir de algas, ela passou a se classificar como uma companhia de diesel renovável.

A Sylvatex desenvolveu um aditivo que permite misturar etanol e óleo vegetal ao diesel. Essa mistura pode ser usada em motores comuns a diesel. A tecnologia foi desenvolvida pelo pai de Virginia Klausmeier, cofundadora e presidente da Sylvatex.

"Meu pai começou a pesquisa há 12 anos", explicou Virginia. Seu pai, William Klausmeier, era químico e morreu em 2008. A tecnologia da Sylvatex permite substituir cerca de 40% do diesel por ingredientes renováveis. Virginia estudou na Universidade do Oregon, mas resolveu criar a empresa no Vale do Silício. Por que? "É aqui que as coisas acontecem", explicou.



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

AFRICA:


Continente onde se encontram alguns dos ecossistemas mais ameaçados da Terra e onde sobrevive o maior número de mamíferos de grande porte do planeta. Guerras tribais, fome crescente e a transformação de povos nômades e seminômades em agricultores e criadores de gado ameaçam a vida de centenas de espécies, muitas delas na famosa lista vermelha de perigo iminente de extinção do Red Data Book, publicado pela U.I.C.N. Uma das soluções para o desiquilíbrio ecológico que ameaçava o continente foi a criação de reservas e grandes parques nacionais que dependem basicamente do ecoturismo. Como o Parque Nacional Kruger, na África do Sul, com dezenove confortáveis apartamentos para os 700 mil turistas que o visitam anualmente ou o prestigiado Parque Nacional de Seringeti (Tanzânia), na região da cratera de Ngorongoro, habitados por panteras, leopardos, antílopes, girafas, elefantes e rinocerontes. Verdadeiras reservas de biodiversidade podem ser encontradas, por exemplo, no Canal Kazinga, em Uganda, que reúne o maior índice de concentração de hipopótamos do mundo (cerca de 33 mil), crocodilos, elefantes, leões, leopardos e milhares de antílopes. No mesmo país pode ser visto o Parque da Floresta Impenetravel de Bwindi, onde vivem os últimos gorilas de montanha.

Os leões entram na contagem regressiva:



Daqui a alguns anos, os leões correm o risco de estarem extintos, segundo o livro de Chris e Tilde Stuart, Africa's Vanishing Wildlife. Na década de 50, eles eram mais de 400 mil - em meio século, o número desceu para 50 mil e continua em queda vertiginosa. Desta maneira, o rei dos animas pode ter o mesmo destino dos tigres, que atualmente não são mais do que 5 ou 7 mil em todo o mundo.

Antílopes: milhares nas savanas, raros nos desertos:



Embora posam existir em grandes manadas no Continente Africano, algumas espécies de antílopes são raríssimas , como o Oryx leucoryx, persguido em caçadas promovida pelos sheiks do petróleo nos desertos do norte da África. Hoje não existem mais de 200 exemplares, perdidos em um território de 66 mil metros quadrados.


Convivência pacífica com a natureza:



Os masai, povo nômade e pastor, fazem parte de uma das últimas tribos africanas a não respeitar os limites de um território fixo, vivendo entre as terras do Quênia e da Tanzânia. A mobilidade dos povos nômades da África garantia o equilíbrio ecológico dos ecossistemas, que não eram afetados pela presença humana localizada.


"Dicionário Ilustrado de Ecologia: a natureza de A a Z - Revista Terra", Editora Azul.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

El exprimer ministro japonés temió que Tokio quedara inhabitable por el accidente de Fukushima



Miércoles, 7/9/2011, 02:03 h

ELPAIS.COMSociedade

Naoto Kan considera que la energía nuclear es una opción muy peligrosa.- Admite que simularon la evacuación de Tokio y que habría sido imposible

AFP - Tokio - 06/09/2011

El accidente nuclear de Fukushima estuvo el pasado 11 de marzo muy cerca de hundir Japón. El exprimer ministro Naoto Kan, recién dimitido, ha admitido en una entrevista que los primeros días temió que Tokio quedara inhabitable. "Las escenas de Tokio desierto, sin una sola persona por las calles pasaron por mi mente", ha admitido en una entrevista en el diario Tokyo Shimbun: "Fue realmente un pensamiento escalofriante".


Kan, que dimitió después de que la mayoría de la población rechazara su gestión de la crisis, admitió que evacuar a los 30 millones de habitantes de Tokio habría sido "imposible", por lo que consideró que la energía nuclear es una opción demasiado peligrosa.

En otra entrevista al diario Asahi, Kan declaró que los primeros días, su Gobierno realizó una simulación con una evacuación de 300 kilómetros alrededor de Fukushima, lo que afectaría a Tokio. Tokio está a unos 250 kilómetros al sur de Fukushima, aunque los vientos predominantes han llevado la radiación hacia el noroeste. "Japón no habría soportado como país si la zona de exclusion hubiera alcanzado los 100 o 200 kilómetros alrededor de Fukushima", según Kan, que añadió: "Evacuar a 100.000 o 200.000 personas es una situación realmente grave, pero hacerlo con 30 millones habría sido imposible".

Según Kan, si los técnicos de Tepco, la eléctrica de la central, hubieran abandonado la nuclear a su suerte tras el tsunami "es posible que hoy no hubiera nadie en Tokio y residuos radiactivos decenas de veces superiores a los de Chernóbil se podrían haber dispersado".

Kan aparece ahora como un declarado antinuclear: "Cuando piensas en la posibilidad de que un accidente deje inhabitable la mitad del país no puedes correr ese riesgo, incluso si fuera una vez en un siglo", señaló. "Pensaba que las centrales nucleares eran seguras, porque contaban con tecnología japonesa, pero he cambiado de opinión tras el desastre del 11 de marzo", cuando un tsunami dejó sin refrigeración las nucleares de Fukushima I y II y tres de cuyos reactores han sufrido graves daños.

Antes de dimitir, Kan dejó aprobada una ley de renovables para conseguir que el 20% de la energía del país sea limpia en 2020, lo que supone duplicar la participación actual. Con el plan energético anterior a Fukushima, la energía nuclear debía pasar del 30% de la electricidad el año pasado a más de la mitad en 2030, pero la crisis ha cambiado radicalmente la apuesta tecnológica de Japón.




segunda-feira, 5 de setembro de 2011

AEROSSOL:



Conjunto de gotículas que escapam da lei da gravidade, com tendência a se elevarem para a atmosfera. Podem estar presentes nos nevoeiros naturais ou no smog (camada de poluição estacionada sobre uma cidade). As latas de aerossóis frequentemente contém gases (freóns), como o CFC (clorofluorcarboneto) que podem atacar a camada de ozônio, permitindo a entrada de raios ultravioletas de perigosa ação cancerígena.


Poluição do Ar por Aerossóis


Por Hellen Mamede, Tecnóloga ambiental

A presença de material particulado na atmosfera apresenta ocorrência natural, originada por ventos, erosão, pólen, fungos, bactérias, erupções vulcânicas, gotículas de água, terremotos, dentre outras. No entanto, a concentração e características dessas partículas no ar tem aumentado nos últimos anos, decorrente de atividades antropogênicas como queima de combustíveis fósseis, moagens, manejo de solo, atividades de mineração, construções, demolições, processos industriais, agricultura, dentre outras.

De modo geral, aerossóis são partículas de tamanho muito pequeno (de 0,002 µm a mais de de 100 µm) suspensas no ar com alta mobilidade. Podem apresentar inúmeras substâncias químicas como ácidos, (nitratos e sulfatos), compostos orgânicos, silicones e óxidos metálicos em sua composição.

Além de afetar a visibilidade, causar danos à materiais, fauna e flora, podem causar sérios danos à saúde.



Figura 1 - Fio de cabelo, com diâmetro aproximado de 70 µm e um grão de areia de 90 µm, para ilustrar o tamanho de uma PM10 e PM 2,5.
Fonte: EPA (
www.epa.gov).

O tamanho das partículas está diretamente relacionado ao potencial dano à saúde que elas podem causar. Partículas menores que 10 µm, também conhecidas como respiráveis, são as mais preocupantes pois conseguem passar pelo nariz e garganta, alcançando os pulmões. Uma vez dentro do corpo, podem causar problemas cardíacos e respiratórios.

Elas são tão pequenas que não são visíveis a olho nu, somente conseguimos enxergá-las com ajuda de um microscópio eletrônico. A figura 1, consegue ilustrar o tamanho de uma PM2,5, 30 vezes menor que o diâmetro de um fio de cabelo.

Partículas Totais em Suspensão (PTS)
Apresentam diâmetro menor que 50 µm. Parte destas partículas são inaláveis, a outra parte afeta a qualidade de vida, interferindo nas condições estéticas do ambiente e materiais.

Partículas Inaláveis (MP10)
São as partículas menores que 10 µm. Dividem-se em:

  • Partículas Finas MP2,5 (<2,5 µm): encontradas em fumaça, fumos e neblina. São emitidas por processos industriais, usinas elétricas, incêndios, emissões automotivas. Causam problemas de visibilidade (névoas) e à saúde, pois atingem os alvéolos pulmonares e a corrente sanguínea.
  • Partículas Grossas (2,5 a 10 µm): são encontradas em construções, próximo de estradas. Ficam retidas na parte superior do sistema respiratório.

Como são formados os aerossóis?

Os aerossóis de dispersão são formados a partir da desintegração de partículas maiores de 1 µm (poeiras de moagem de carvão, gotículas de torres de resfriamento, spray provindos do oceano, ventos em solo seco).

Há também formação através de reações químicas, onde ocorre a transformação de gases em partículas sólidas. Dentre os maiores responsáveis por esse tipo de transformação, estão os poluentes orgânicos e os óxidos nitrogenados. É por isso que se controlarmos a emissão de hidrocarbonetos e NOx, controlamos também a poluição por particulados.

Composição das partículas inorgânicas

Erosão de solo, rochas, carvão: Al, Fe, Ca e Si.
Queima incompleta de combustíveis: C
Queima de óleo e carvão: Sb, Se
Queima gasolina: Pb

Composição das partículas orgânicas

Ocorrem em ampla variedade de compostos. Os compostos mais comuns são hidrocarbonetos, hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs), aldeídos, cetonas, peróxidos, ácidos voláteis e fenóis.

Destaque para os HAPs, que são cancerígenos e encontrados em áreas urbanas poluídas, nos entornos de fogueiras e queimadas. Uma fumaça proveniente de carvões contém mais de 1000 g/m3 de compostos de HAPs. São encontrados exclusivamente em fase sólida, adsorvido fuligem.

Controle de Aerossóis

Para que seja aplicado um sistema de remoção de partículas eficiente é importante que as mesmas sejam monitoradas e que seu tamanho e concentração sejam conhecidos.

Existem no mercado instrumentos capazes de fazer esse monitoramento em áreas externas ou internas, quantificando, qualificando e amostrando aerossóis.

Há também monitores portáteis que são colocados no trabalhador, monitorando a exposição do mesmo durante sua jornada de trabalho.

domingo, 4 de setembro de 2011

Se inventa máquina para transformar plástico en petroleo

La idea detrás de esta inesperada máquina es evitar la contaminación proveniente de las toneladas y toneladas de plástico desechadas como basura disminuyendo la emisón de CO2 en el reciclaje
Ciencia & Tec. - 11/11/2010 - Autor: United Nations University - Duración: 00:05:09 - Idioma: Japones - Subtitulos: English (UK) - Fuente: http://www.flixxy.com/convert-plastic-to-oil.htm

Botellas de plástico.
Botellas de plástico.

A primera vista el título es tanto sorprendente como desalentador: ¿para qué necesitamos más petróleo si es culpable de casi todo lo que contamina? Bueno, en realidad, la idea detrás de esta inesperada máquina es evitar la contaminación proveniente de las toneladas y toneladas de plástico desechadas como basura que se acumulan en torres y rellenos sanitarios (y océanos) en todo el mundo sin que se evite el desperdicio y la contaminación.

En caso de intentar deshacernos de este plástico quemándolo, liberamos cantidades de dióxido de carbono a la atmósfera, contribuyendo al calentamiento global.

Aquí entra Akinori Ito, CEO de la compañía japonesa Blest y hombre de una gran idea. Su visión es simple: si el plástico es petróleo deberíamos poder reconvertirlo. Así dio vida a la misteriosa máquina que brinda una solución segura, eficiente y ecológica para lidiar con el plástico.

Según él, con la máquina no sólo se evita liberar dióxido de carbono, se lo ahorra, y además se genera conciencia sobre el problema de la basura. Con un kilogramo de plástico se consigue casi un litro de petróleo.

La máquina está disponible en varios tamaños, tanto para un uso doméstico como industrial. La máquina es capaz de transformar un kilogramo de desechos plásticos en un litro de petroleo, empleando una energía de un kilovatio (Kw) de electricidad y sin emitir CO2 en el proceso. La máquina alberga un dispositivo eléctrico de calentamiento, en lugar de utilizar llamas y procesa cualquier derivado del polietileno o propileno (2-4).

Lo mejor de todo es que con la eficacia japonesa que conocemos Blest produce las máquinas para uso industrial u hogareño y ya hay 60 usándose en fábricas japonesas y otras siendo enviadas al resto del mundo.

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